Nossa historia maes que oram

Ministério Mães que oram

 

Mais ou menos em julho de 2007, eu estava passando uma dificuldade muito grande de relacionamento com minha filha. Ela estava muito rebelde e nós não conseguíamos nos entender.

Comecei a buscar a direção de Deus para aquela situação, pois não queria perder minha filha.

Eu consagrara meus filhos desde o ventre ao Senhor, e sempre declarei que meus filhos pertenciam e pertencem a Ele. Não podia simplesmente cruzar os braços e achar que aquilo era coisa normal de adolescente, e que passaria com o tempo. Existem atitudes dos nossos filhos que ao detectarmos temos que agir rápido.

Foi neste tempo que Deus me deu essa direção: Orar e jejuar uma vez por semana durante o mês, pela minha filha.

Em seguida quando já estava orando, veio em meu coração de que outras mães deveriam fazer o mesmo pelos seus filhos. Falei com o Pr. Elias, pastor de nossa igreja e convoquei as mães e propus nos reunirmos aos domingos depois do culto da manhã para entregarmos nosso jejum e orarmos umas pelos filhos das outras.

Muitas mães acharam difícil esse horário. O Pr. Elias me procurou e me sugeriu que continuássemos em outro dia, e que não desistíssemos do ministério.

O nosso pastor tinha assumido o ministério de nossa igreja, mas sua família tinha permanecido no Rio de Janeiro, pois seus filhos estavam estudando. A sua esposa ficara tomando conta dos seus filhos. Quando este tempo passou a Diza, esposa do nosso pastor chegou, conversamos e escolhemos o sábado. A primeira reunião foi na casa da irmã Sueli, que nos recebeu com delícias para depois da reunião.

Depois desta reunião de oração que foi muito abençoada, chegamos a conclusão que se nos reuníssemos as segundas-feiras as 18.00 h, seria melhor, e que as orações fossem mais proveitosas no sentido da oração e que não deveríamos ter lanche, pois isso poderia impedir que algumas irmãs não recebessem o ministério em seus lares.

Embora o nosso ministério se pareça no sentido de oração com o Ministério Débora, não houve nenhuma influência do mesmo sobre o Ministério Mães que Oram, pois não sabíamos da existência do mesmo.

O nome Mães que Oram surgiu entre as irmãs do ministério, o que foi aprovado prontamente e hoje é marca registrada do nosso Ministério da Igreja Batista Viva.

Diza contou a experiência que tiveram no Rio de Janeiro de colocar os nomes das pessoas no pote de óleo ungido. Gostamos da idéia e aí preparamos o óleo, que a princípio era para ser colocado o nome de nossos filhos. Hoje colocamos não só o nome deles, mas também de todos aqueles que estamos orando e querendo ver suas vidas salvas e transformadas.

As irmãs da Vila Landinha, um dos bairros de nossa cidade acharam difícil acompanhar o grupo das Mães que oram, por morarem um pouco distante e decidiram criar um outro grupo, e assim outras mães tem a oportunidade de orar pelos seus filhos.

Nosso Ministério Mães que Oram cresceu, temos mães da igreja Presbiteriana que participam conosco, demonstrando que o que nos une é muito maior do que o que nos separa.

Nestes dois anos de ministério tivemos muitas respostas de oração. Muitas experiências. Podemos ver o crescimento e o amadurecimento de muitas mães. E para honra e glória do nosso Deus podemos ver muitas mudanças em nossos filhos, portas de emprego que foram abertas, relacionamentos difíceis que foram transformados, mães que não tinham notícias de seus filhos, recebendo notícias, filhos que estavam presos sendo libertos, saúde sendo restaurada, mães aflitas sendo acalmadas, filhos tendo bom desempenho nos estudos.

Eu e minha filha temos hoje um bom relacionamento. Louvo ao meu Deus por essa vitória.

Se você se encontra nessa situação, não desista, clame ao Senhor, busque sua face e direção que certamente o Senhor vai te abençoar como me abençoou.

Louvado e engrandecido seja o Senhor meu Deus que tem derramado de sua unção, graça e misericórdia sobre nossas vidas e de nossas famílias.

Amém.

 

Ministério Mães que oram

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